Como vamos preencher 20 vagas em 30–45 dias, com a autoridade construída pelo Samuel, o público cativado no Second Level e a base de 5.000 contatos da Outliers como combustível principal.
O Samuel já construiu autoridade. Não vamos pagar pra construir reputação. Vamos pagar pra colocar a oferta na frente de quem já consome o conteúdo dele e de quem tem o perfil de comprar um programa de R$ 10k. Mídia como amplificador de um ativo que já existe, não como criação de demanda do zero.
O Second Level tem 42 episódios e 685 mil visualizações acumuladas, com audiência única estimada entre 170 e 270 mil pessoas. Toda essa audiência é, na prática, o ICP perfeito da Ponsoni Academy: gente que já dedicou horas voluntariamente ao nosso conteúdo.
Passo 1
Conseguir autorização do Market Makers para anunciar diretamente para essa base muda a economia da campanha.
O modelo proposto é simples: comissionamento por matrícula efetivada via link/código específico daquele episódio. Sem custo fixo de patrocínio, sem CPM, sem garantia de impressões. Só performance. O MM ganha sobre quem matricular, a Ponsoni Academy paga apenas sobre o que converter.
Clique para abrir os detalhes de cada cenário. A diferença entre eles não é só volume. É margem de erro, espaço pra otimizar e pressão sobre a operação.
Antes de seguir, uma confissão metodológica. Os números dos cenários acima não são previsão. São cenário plausível construído com as ferramentas disponíveis antes da campanha existir. Vale entender o que está por trás.
Aceitar o ambiente competitivo não significa entrar de olhos fechados. Tem dois mecanismos que protegem o investimento antes mesmo da campanha começar a queimar verba séria. Mas antes de continuar, um pequeno aceite.
Não precisaremos gravar as aulas antes. (Stonks!) Se o projeto não mostrar gráfico de sucesso logo no começo, abortamos a missão sem ter consumido a agenda dele com produção de conteúdo.
Para os criativos de mídia, podemos aproveitar takes e fotos do Samuel gravando o curso do Market Makers. Imagem de autoridade já existente, sem nova produção. (fugazzi!)
O ponto de inflexão é onde tudo é decidido. Quando o orçamento gasto atingir esse valor, faz-se uma grande análise:
Cada bloco abre com o detalhe da campanha: público, criativo sugerido, verba e racional. O cenário base é R$ 15k.
Custo da não-autorização: CAC médio sobe de ~R$ 320–420 (esperado com autorização) para ~R$ 682 (esperado sem). Meta ainda é atingível, mas com margem operacional menor e dependência maior da otimização de criativos no campo.
A janela é curta. Entramos com 7 a 10 criativos rodando em paralelo, cortamos perdedores na semana 02 e escalamos vencedores até a semana 05. Otimização contínua, sem espaço pra romantismo.
A LP atual deixa o investimento para a entrevista de candidatura. A ideia é manter essa estratégia e fazer a oferta apenas para os candidatos aprovados. Anúncios e LP comunicam o programa, a turma e o perfil esperado; preço entra só no momento certo, com o lead já qualificado.
Mídia paga não compensa operação quebrada. Esses são os quatro itens que, se não estiverem prontos, vão derrubar a meta independente de quanto investimos.